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Empregos verdes estão em alta

Atualizado: Out 28

Por Rachel Goldgrob



As notícias são boas para quem quer ingressar na chamada economia verde. Um estudo recente do Fórum Econômico Mundial, Jobs of Tomorrow, Mapping Opportunity in the New Economy (Empregos do Amanhã, Mapeando Oportunidade na Nova Economia) identificou 96 "profissões do amanhã". Elas integram a “economia verde”, que é um dos 7 grandes grupos profissionais identificados como emergentes. As 14 ocupações mapeadas neste grupo incluem: posições técnicas - como técnico de processamento de biocombustíveis, gerenciais - como gerente de projeto de energia eólica, e executivas - como Chief Sustainability Officer.


Nessa mesma linha, um levantamento do Pew Research Center, fact tank americano, reforça que os empregos verdes estão em alta e vão demandar cada vez mais competências analíticas relacionadas à ciência, matemática e programação.


Se você pensou que as mudanças ocorreriam “apenas” pela maior digitalização do trabalho, saiba que estudos sobre o futuro do trabalho indicam que habilidades humanas são tão importantes quanto as digitais. Fica aqui o alerta para quem quer se preparar para uma transição. Posições como gerente de produção de biocombustíveis, engenheiro de sistemas de energia solar e analista de mudanças climáticas, entre outras, vão requerer essas competências em maior ou menor grau.

Outra boa notícia é que não é necessário iniciar do zero para atuar na economia verde. É possível fazer uma transição de uma carreira tradicional para uma carreira de impacto, complementando as competências já adquiridas e que podem ser aplicadas em outros contextos, com o conhecimento, a experiência e todo o conjunto de habilidades necessárias para atuação na área pretendida.


Recentemente, a pedido do Jornal O Estado de São Paulo, o Escritório de Carreiras da USP – Universidade de São Paulo, mapeou 11 carreiras verdes com maior potencial nos próximos anos.



Fonte: O Estado de São Paulo


Carreiras como Geografia e Física, por exemplo, estão entre as profissões mais disputadas no mercado e são demandadas para atuação em projetos de impacto ambiental e de clima e sistemas de geração e utilização de energia, respectivamente. Educação ambiental, cidades inteligentes, recuperação de áreas degradadas, políticas públicas, gestão de resíduos, avaliações de risco e de impacto, energias alternativas, saneamento, tecnologias voltadas ao controle e monitoramento da poluição atmosférica e geotecnologias, são alguns outros temas críticos que também devem gerar oportunidades de trabalho.



Sobre a autora:

Rachel Goldgrob é sócia da consultoria GoHuman e foi uma de nossas convidadas para falar dos impactos dos critérios ESG no mercado de trabalho. Perdeu esse webinar incrível e quer assistir? Só clicar aqui.


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